Flávio
Como em antigos códices, apresento-me: eu sou Flávio (do latim Flavius), o último dos romanos.
Por milhares de anos sempre fui conhecido como Flavus, o "da cor do ouro" ou "cabelos de ouro". Hoje sou apenas Flávio conhecido como o "brilhante".
O prestígio do meu nome deve-se à Dinastia Flávia, que governou Roma no século I d.C..
Meu trabalho constante e silencioso, é vivido sob a luz da fé Católica Apostólica Romana, transcendendo a mera subsistência. Ele não é um fardo, mas uma participação na obra criadora do Pai. Minha glória não reside no reconhecimento humano ou no barulho dos aplausos, mas na fidelidade aos pequenos deveres que gira a porta da santidade no meio do mundo.
O silêncio protege minha alma da vaidade. Sigo o exemplo de São José, o artesão de Nazaré, que cumpriu com perfeição a missão mais alta: proteger e sustentar o Verbo Encarnado. É no recolhimento interior que meu trabalho transforma o escritório ou meu lar em um oratório.
A constância me mantém na perseverança cristã. Significa o "sim" renovado todas as manhãs, mesmo diante da monotonia e do cansaço. Através dessa rotina oferecida a Deus, exerço minha caridade, servindo ao próximo com excelência técnica e retidão moral.
"Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens."
Colossenses 3:23
Obrigado por visitar essa página e jamais se esqueça de dedicar ao próximo com o mesmo apreço e benevolência que dispensa para si próprio.